| Romances | topo |
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O MANTO – ORNITOMANCE DAS BERENICES
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| A MULHER DE COSTAS Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2006 A Mulher de Costas é inspirado na lenda gauchesca da Salamanca do Jarau contada por Simões Lopes Neto, autor gaúcho do começo do século 20. De tanto ouvir e ler esta história resolvi contá-la do ponto de vista de uma das personagens, a princesa moura encantada na forma de uma salamandra com uma pedra vermelha incrustada na cabeça. Conto como ela atravessa um deserto e enfrenta o encantamento na forma animal. Acho que o livro fala da travessia de cada um quanto ao seu próprio corpo e as opressões externas que tentam nos transformar no que não somos. |
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| MAGNÓLIA Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2005 O primeiro da Trilogia Íntima a ser publicado. Foi escrito 3 vezes. É meu outro eu que ali fala. Ou eu nenhum. O leitor que me diga se quiser. O leitor brasileiro é muito curioso, pois ele já está na segunda edição. |
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| ERA MEU ESSE ROSTO Record, 2012 Era Meu Esse Rosto é um romance que comecei a escrever em 1998 e que entreguei à editora em 2011. De tudo o que escrevi, este é o livro pelo qual tenho o maior e o melhor afeto. Trata-se de um romance baseado em uma história real que ouvi muito quando era menina. Contando um segredo bem baixinho, foi como me senti ao escrevê-lo. Daqueles que ouve somente quem lhe presta atenção sabendo guardá-lo como se fosse seu. A capa traz a imagem de uma foto dos anos 60 de Luiz Eduardo Achutti, meu amigo e meu ex-professor de fotografia. Ela foi uma chado ímpar, por revelar a alma – e o rosto - do meu livro. A orelha é de um poeta maravilhoso Donizete Galvão e a apresentação generosa de Regina Zilberman, professora de Literatura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, me encheu de alegria. |
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| Ensaios | topo |
| FILOSOFIA CINZA
- A MELANCOLIA E O CORPO NAS DOBRAS DA ESCRITA Porto Alegre, Escritos, 2004 Meu testamento intelectual se é que tem cabimento em se falar nisso. Este livro carrega reflexões de anos. Foi um laboratório de pensamento onde pude reconhecer e elaborar questões que são para mim programáticas. O tópico principal é a melancolia como fator do pensamento. Foi o meu livro mais livre, mais louco, mais feliz mesmo quando fala de coisas infelizes. |
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Escrevi Filosofia em Comum – para ler-junto (Record, 2008) para mostrar
que filosofia é o modo de pensar de cada um que se qualifica e organiza,
que aprende a se perceber e que, a partir daí, estabelece comunicação com
o outro. Muitas vezes nosso pensamento nasce do pensamento dos outros,
para afirmar ou negar o que o outro diz. Filosofia não é história da
filosofia, mas método, maneira, jeito. É muito mais uma criação coletiva,
que se faz junto com o outro, pelo diálogo, pela conversação, do que uma
teoria que tem a pretensão de dizer a verdade, ou que, pode ser aceita
porque esgotou o assunto. Nas escolas e universidades as pessoas estudam
história da filosofia como se a história já tivesse dito a verdade
inteira. Melhor pensarmos nas possibilidades do tempo presente do que em
simplesmente copiar o passado ou saber direitinho o que qualquer grande
autor pensa só pelo prazer da erudição. Filosofia em comum é um livro
dispositivo. Serve para ler-junto e, por isso, provoca a consciência do
pensar junto. Acho que é uma introdução bem diferente. Foto: Hugo Curti![]() |
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| CRÍTICA DA RAZÃO E MÍMESIS NO PENSAMENTO DE THEODOR ADORNO Porto Alegre, EDIPUCRS, 1995 Este livro foi minha tese de mestrado em filosofia. Está publicado tal qual foi defendida em março de 1994. O conteúdo é escolar, mas interessante para quem gosta do filósofo que é, ainda hoje, um dos meus preferidos.
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| UMA
OUTRA HISTÓRIA DA RAZÃO São Leopoldo, Ed. UNISINOS, 2003 Uma coletânea de ensaios meus publicados em revistas especializadas em filosofia e também inéditos ainda muito relacionados com os meus estudos sobre o Iluminismo e a Escola de Frankfurt. Há um artigo chamado Os mortos e a filosofia da história, do qual particularmente ainda gosto. O artigo que dá título ao livro ainda está como questão nas minhas investigações.
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| METAMORFOSES DO CONCEITO - ÉTICA E DIALÉTICA NEGATIVA EM THEODOR ADORNO Porto Alegre, Ed. da UFRGS, 2005 Reescritura de minha tese de doutorado defendida em abril de 1999. O livro foi publicado apenas em 2005, pois estava na fila da Ed. Da UFRGS. O livro procura mostrar a questão ética e da dialética negativa em um pensador conhecido pela sua relação com a música, a arte, a estética. Como todo doutoramento, foi uma travessia. O texto, todavia, é jovem, daquela época. Hoje escrevo bem diferente. Ainda estou aprendendo.
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| OLHO DE VIDRO – A TELEVISÃO E O ESTADO DE EXCEÇÃO DA IMAGEM Record, 2011 Olho de Vidro – A televisão e o estado de exceção da imagem tem a intenção de ser uma análise filosófica da televisão. |
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| FILOSOFIA POP – PODER E BIOPODER Ed. Bregantini, 2011 Uma seleção de alguns artigos meus publicados na Revista Cult nos últimos anos ligados ao tema do Poder e do Biopoder. O livrinho é pra ser distribuído em bancas, mas enquanto isso não acontece, dá pra comprá-lo no site da revista: |
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| Antologias e co-autorias | topo |
| AS MULHERES E A FILOSOFIA Antologia. São Leopoldo, Ed. Da UNISINOS, 2002 Este livro veio de uma aventura com colegas e amigas (Edla Eggert, teóloga e doutora em educação também professora da UNISINOS e Magali Menezes, professora de Filosofia que naquela época era minha colega no La Salle onde dei aula até 2005) que o organizaram comigo e que participaram do debate com o mesmo título num congresso da UNISINOS, universidade onde eu dei aula até 2005. O livro inaugurou a discussão sobre a questão das mulheres na filosofia em escala nacional.
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| O CORPO TORTURADO Antologia. Porto Alegre Escritos, 2004 Uma coletânea de artigos em torno do tema. Autores de diversas áreas, da literatura à picanálise, passando pela educação e a filosofia, escreveram sob seus pontos de vista sobre esse tema que foi mote de um congresso na já mencionada UNISINOS.
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| MULHERES, FILOSOFIA OU COISAS DO GÊNERO 2008, Edunisc O livro é uma coletânea que reúne textos de algumas filósofas brasileiras (Suzana Albornoz, Virgínia Figueiredo, Lívia Guimarães, Magali Menezes, Bárbara Valle, Imaculada Kangussú, Maria Cristina Franco Ferraz, Jeanne Marie Gagnebin, mais alguns filósofos e a filósofa espanhola Célia Amorós), inclusive um texto meu em que tento fazer uma leitura biopolítica do conto de Branca de Neve. Foi organizado com minha ex-aluna Bárbara Valle que fez mestrado comigo na UNISINOS-RS e, depois de cinco anos a procura de uma editora, com diversos percalços aqui e ali, foi acolhido pela editora da UNISC e ganhou uma bela capa com detalhe de uma pintura da artista Maria Tomaselli.
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| MARIA TOMASELLI Maria Tomaselli foi publicado em 2009. Foram cinco anos de muita pesquisa desde a idéia até a realização do projeto que incluiu uma exposição retrospectiva dos mais de 40 anos de trabalho de Maria Tomaselli. Nele a trajetória artística da artista austro-gaúcha é mostrada por meio de fotos, textos analíticos e críticos. O livro não teria acontecido sem a participação fundamental de Denise Mattar a quem devemos a passagem da idéia à realidade. Do mesmo modo, só posso agradecer aos vários patrocinadores e ao MINC por meio da Lei Rouanet.
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| SEIS LEITURAS SOBRE A DIALÉTICA DO ESCLARECIMENTO 2009, UNIJUí Este pequeno livro publicado pela Editora da UNIJUÍ em 2009 nasceu de um encontro de leitura do livro de Theodor Adorno e Max Horkheimer. Organizei-o com o amigo Rodrigo Duarte, professor da UFMG e o maior especialista em Teoria Crítica brasileiro, numa parceria muito agradável. A Dialética do Esclarecimento é um dos livros mais importantes da filosofia do século XX. As seis leituras propostas no livro servem de introdução a um livro tão complexo.
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| DIÁLOGO SOBRE O CORPO Co-autoria com Ivete Keil. Porto Alegre, Escritos, 2004 Foi um livro ótimo de escrever. O livro nada mais é do que uma espontânea troca de cartas com a co-autora que é antropóloga.
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| DIÁLOGO/DESENHO SENAC-SP, 2010 Este é o primeiro volume de uma série chamada DIÁLOGO que está sendo publicada pela Editora do SENAC SP. Trata-se de uma série de cartas que troquei com Fernando Chuí, músico e desenhista. Os próximos da série são Diálogo/Dança (Com Thereza Rocha) e Diálogo/Fotografia (com Luiz Eduardo Achutti). A intenção da série é buscar a relação entre Filosofia e Artes, fazendo pensar na nossa inventividade, criatividade e nas práticas de ensino relacioandas a essas áreas. A forma das cartas é agradável de ler e foi muito agradável de escrever.
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| Infantil | topo |
FILOSOFIA BRINCANTE
Filosofia Brincante é o meu livro de filosofia com crianças, como diz um amigo meu chamado Sérgio Sardi e que entende muito do assunto. Foi um prazer escrevê-lo e desenhá-lo junto com o Fernando Chuí – que é professor de desenho - que trabalhou comigo criando as imagens e ajudando a achar o texto mais verdadeiro para ser lido juntos com os desenhos.
Não dá pra dizer que eu escrevi sozinha, nem que ele desenhou sozinho. Foi mesmo uma parceria "grafofilosófica" interessantíssima. Acho que conseguimos mostrar imagens-conceitos e conceitos-imagens para as crianças que já sabem que pensar é muito divertido.
Assim como eu, crianças adoram esse livro. Muitos adultos me disseram que tinham comprado para eles mesmos lerem. Quer dizer, nem todo mundo esqueceu que pensar filosoficamente é um prazer imenso.
Filosofia Brincante foi publicado em 2010 pelo selo Galerinha da Editora Record e teve duas edições, além de ter sido indicado ao Jabuti na categoria "Livro infanto-juvenil" em 2011. |
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